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sábado, 20 de agosto de 2011

The Party


Juro, é a última figura que eu posto! Hahaha




(not =P)

Beijos povo! ;)

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Mais desenhos

O Ig falou pra eu desenhar o Kas. Achei que desenhar só o Kas seria sacanagem, então decidi fazer os outros dois personagens ativos atualmente. Aqui em baixo vão minhas interpretações do Baco Grogan, El Kas e do Hael Battlecrown:



Algumas explicações nos outfits:

Baco: Eu sempre imaginei o Baco um bon vivant, então nada mais natural do que ele usar as roupas antigas que ele trouxe com ele quando veio embora pro Copo Sujo, além de algumas jóias menores. Claro, tudo pra manter a "harmonia arcana" ;)

Kas: Acho que a minha maior dificuldade seria imaginar o que o Kas vestiria... mas então eu parti da idéia de que como devoto de Obad-Hai, ele usaria as roupas surradas de um peregrino/viajante. Como não ficou tããão com cara de Druida, acrescentei o cajado. E Ig, a tatuagem de Corellon tá ali, mas não apareceu bem por causa da máscara (está escondida atrás do manto e da blusa)

Hael: Na primeira vez em que eu imaginei o Hael, eu imaginei ele com aquela aparência meio "romana": cabelo e barbas bem aparados. Por algum motivo, eu imagino os Paladinos assim. Mas depois desencanei e fiquei imaginando que, depois de não sei quanto tempo debaixo da terra, preso por drows, tendo que usar armaduras com o símbolo de Lolth e tudo, o Hael desencanaria e deixaria barba e cabelos mais bagunçados (até porque é o paladino do Miro e acho que Kord não se importaria com seus paladinos serem barbudos XD)
Quanto à armadura, eu sei, ficou bem elaboradinha... mas o pai do Hael é um oficial importante e ele vêm de uma família abastada. Imaginei que o Sr. Battlecrown se sentiria honrado ao presentear o filho com uma armadura bonita, dedicada ao deus das batalhas - e Kord se orgulharia de um guerreiro sagrado devoto seu com uma armadura fuck yeah.



É isso. Meninos (e Pati!) espero que vcs gostem, e desculpem qualquer coisa fora da imaginação de vcs... fui pelo que eu pensava mesmo =)


Beijos!
Lari

domingo, 7 de agosto de 2011

Irina

Porque hoje eu me senti no humor pra desenhar e colorir (mesmo que porcamente). Sim, tem erros anatômicos/desproporções e coisas incompatíveis com os equipamentos que a ela tá usando atualmente, mas tá bom de qualquer jeito! =P

Aqui a Irina Galanodel, do jeito que eu imaginei (com uma faca de caça, pq não descobri como colocar uma cimitarra naquela posição). Desenhado à mão/colorido no photoshop.

Boa semana pra vcs, e vamos voltar a jogar pq eu tenho saudades!!!!



Beijos,
Lari

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A Águia


Pessoas, compartilhando algo do display da Irina com vcs =)

Tava assistindo o natgeo com a minha mãe ontem e achei algo sobre essa águia aí, a wedge-tail australian eagle, dourada e marrom, porte médio (a maior já vista chegava a 2,4m de envergadura), linda... achei o companheiro animal pra completar o display da Irina!

E quanto a nome... como eu não tenho criatividade, continua sendo "águia", mas estou aberta à sugestões e idéias XD


beijos pessoas, até a próxima sessão =)

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Versão provisória da ficha

Então, galerë, essa é uma versão provisória da ficha.
Ela está em .jpg justamente pra ficar porco. Não vai ser essa a final sem antes a galera toda dizer "curti".
Aí eu libero o PDF e vocês podem mostrar pros seus amiguenhos, pra mãe, pro pai, pra vó, pra quem vocês quiserem.
Só não pode vender. Se vender, tem que pagar royalties pra mim Wizards of the Coast. >;/

Frente 


Verso
 

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Botões, avisos e outros.

Aviso:
FDS que vem não haverá sessão.
Tenho dito!

Aviso [2]:
Privada não é lixo. Não joguem papel na porra da privada QUE ENTOPE!!!

Botão:
Pra vcs porem onde vocês quiserem (menos no cu):

Só usar o link/salvar no seu pc/whatever e linkar pra cá!
Bunito, não? Eu já pus no meu orkut. Orkut, não aí.

Eu queria fazer uns adesivos assim, pra colocar na moto, no carro, no cu também na geladeira, no caderno, na mochila... Mas adesivo sai meio caro... ;P

domingo, 19 de setembro de 2010

Navegantes

No horizonte, era possível ver uma mancha sobre o azul do oceano. Um navio se aproximava.
Depois de algumas horas já era possível divisar os contornos da embarcação.Um galeão branco, todas as velas de seus quatro mastros enfunadas e os remos todos trabalhando sincronizados, se aproximava da costa.
Uma agitação percorreu o porto, um dos trapiches foi liberado para que a embarcação pudesse ali ancorar. Mais algumas horas se passaram e a Lembrança da Lua finalmente ancorava no porto norte da província de Arad. Uns quatro pares de marinheiros de pele escura queimada de sol trajando vestes pardacentas estenderam a prancha de desembarque e desceram por ela. Ávidos por pisar em terra firme, descarregaram com destreza as várias caixas que levavam no porão do navio. De todas elas, uma se destacava pelo seu formato peculiar, diferente das outras. Longilínea e achatada, uns dois passos de comprimento por um braço de largura e uns três ou quatro palmos fechados de altura e ornada apenas o suficiente para um observador casual saber que seu conteúdo era de alguma valia. Logo, um marinheiro se destacou do grupo e em poucos minutos voltava com uma carroça grande o suficiente para levar todas as caixas.
A caixa ornada foi carregada primeiro. Todas as outras seguiram e dois marinheiros acompanharam o chofer. O capitão da bela embarcação ainda não havia sido visto. Um outro marinheiro providenciou outra carroça para os levar para onde quer que a outra carroça estivesse indo.
As carroças se afastaram e em pouco tempo sumiram em meio às pessoas que ali transitavam a pé e em charretes, carroças e cavalos. Uma porta na cabine do galeão se abriu e por ela saiu uma figura distinta. Chapéu negro de capitão com uma pluma vermelha como sangue, trajes rubros e longos cachos cascateando por sobre os ombros, o cabelo quase da mesma cor das muitas saias do vestido. Uma camisa negra como a noite escondia seu colo, saindo de baixo de seu espartilho não muito apertado. Sua pele muito branca contrastava com a profundidade dos olhos negros, ressaltando os traços marcantes e, se não muito belos, definitivamente inesquecíveis.
Logo atrás dela um jovem pouco mais velho que ela mesma e com feições semelhantes, longos cabelos vermelhos como o fogo amarrados em um rabo de cavalo baixo, camisa vermelha, colete negro, uma bandana negra protegendo a cabeça, calças e botas negras fechando o conjunto. Os dois eram uma visão surpreendente em uma embarcação tão vistosa e tão delicada ao mesmo tempo, branca como a lua.
Colocando os indicadores e dedos médios das duas mãos entre os lábios, ele soltou um longo assovio, um tom penetrante e desconcertante, que foi respondido por um guincho infernal vindo do porão do navio. Escotilhas foram abertas no casco do navio e mais rápido do que o olho consegue acompanhar, formas negras saíram por elas e alçaram vôo antes que se conseguisse distinguir o que eram. Passantes e marinheiros dos outros navios se refugiaram onde puderam para se proteger do que quer que fossem aquelas coisas tenebrosas.
Uma centena de sombras negras saíram do navio antes que o assovio cessasse e os guinchos horripilantes ficassem distantes o suficiente para as pessoas saírem de seus esconderijos. O homem e a mulher trajados de vermelho e preto desceram, então, pela prancha de desembarque de seu navio. Com apenas um gesto da mão dele, a prancha voltou sozinha para seu lugar dentro do navio e as velas desceram e se enfunaram, a âncora subiu e os remos saíram por suas escotilhas e começaram a trabalhar, levando o navio para longe do porto.
Ele estendeu o braço para ela e os dois saíram andando. Por onde passavam, as pessoas abriam caminho para eles, com medo, até que os dois se misturaram também à multidão de passantes que não haviam visto a cena no píer e não foram vistos tão cedo...




Lembrando: tudo o que é escrito aqui acontece eventualmente ou já aconteceu, e não pode ser mudado ;]

domingo, 12 de setembro de 2010

Annuil - Mapa

Clique para ampliar. =)

Baco, o Patife


Existe em Bantur, uma estalagem não muito luxuosa que é popularmente conhecida como Copo Sujo. O nome real já caiu em desuso há semanas e o proprietário, Bob, até que gostou do apelido. A clientela é fiel e agora também sente um carinho especial pelo lugar, pois "ajudou" a nomeá-lo. A verdade, porém, é que o nome foi criado pelos seus dois garçons: Inquieto e Patife.

A história que vim lhes contar não é a história do Copo Sujo. Eu vim lhes apresentar o Patife.

Seu nome verdadeiro é Baco Grogan. Seu passado, desconhecido pela maioria, não é nada do que se imagina para um simples servente de bar. Muito pouco tempo atrás ele era um dos alunos da Academia Real de Magia e frequentava os melhores salões da cidade...


Desculpem. Estou me atravessando. Deixem eu começar a história pelo tempo correto: o ínicio.


Baco nasceu em um dia ensolarado, pouco depois do almoço. Seu parto foi totalmente sem complicações e o bebê era perfeitamente saudável (de fato, era até levemente rechonchudo). Seu pai, um primo direto do Rei, deu uma festa de 5 dias para comemorar o nascimento de seu primeiro filho homem. Presentes vieram de vários lugares de Arad e a criança foi apresentada em praça pública. Seu berço era literalmente de ouro.

Como não poderia deixar de ser, sua infância foi maravilhosa. O menino tinha servos particulares que lhe traziam as guloseimas que pedia. Tinha brinquedos que a maioria das crianças nem sabem que existem. Seus pais eram um ótimo exemplo de péssimos educadores e foi uma sorte tremenda o garoto não ser mimado. O único incidente marcante de sua infância foi a explosão do castelo, do qual não se recorda muito.

Desde pequeno, Baco demonstrava grande inteligência. Adorava quebra-cabeças e gostava de ouvir os adultos fazendo charadas. Lia bastante e fazia perguntas capciosas aos pais, mas não gostava de ficar muito tempo em uma sala de aula ouvindo professores palestrando. Sempre teve muita vontade de conhecer o mundo por si mesmo.

A melhor oportunidade apareceu quando foi ingressado na Academia. Obviamente não levava jeito para a vida militar, pois nunca foi uma criança muito ativa e tinha um gosto muito grande pela hora do jantar. Seus pais esperavam que a Academia fosse lhe ensinar disciplina, mas estavam terrivelmente enganados. Logo nos primeiros dias, Baco já se juntou à turma do fundão e foram conhecer os prazeres da vida noturna.

No dia seguinte, o patife acordou em um colchão estranho (provavelmente cheio de piolhos), com uma mulher estranha a seu lado e a cabeça doendo terrivelmente. Foi provavelmente o momento mais feliz da vida do garoto (teria sido a noite anterior, mas ele não se lembra dela). Ele descobriu que não tinha sido feito para as danças regradas do Salão do Rei, tinha sido feito para os arrasta-pés das tabernas.

Não demorou muito para descobrir que não era bem visto pelos professores. A maioria dos mestres simplesmente lhe desprezava e alguns se exasperavam com a falta de aptidão do garoto (principalmente Alec, o Necromante e Farah, a Encantadora). Contudo, era apenas o mestre de Evocações que realmente odiava o nosso jovem protagonista. Não deixava escapar uma oportunidade para humilhá-lo e lhe aplicava detenções sempre que possível. Não ajudava em nada o fato de que o garoto tinha realmente o dom para esta matéria. Obviamente o sentimento era mútuo e, depois de alguns anos, o garoto foi pego colocando fogo nas vestes do professor. A expulsão foi imediata e o banimento inevitável. A carta de dispensa não poderia ser mais clara: "Recomendamos que este aluno não retorne à Instituição".

Ao retornar para casa, Baco foi recebido por um pai irado e uma mãe desapontada. Palavras rudes foram trocadas e ameaças foram feitas com vozes exaltadas. Ao final de uma longa hora, o filho estava na rua com uma trouxa de roupas e o pouco dinheiro que tinha guardado, o pai estava fumegando com a ousadia do rapaz e a mãe estava horrorizada por seu filho ter se rebelado.

Desde então, o Patife está morando no segundo andar da estalagem citada no começo do texto e lavando copos para pagar a comida do mês. Se querem saber como ele recebeu o apelido, esperem as próximas edições.

sábado, 21 de novembro de 2009

Li Lung Dragon



É o dragão maior, com corpo de leão marrom, asas enormes e talz.
Aquele que vocês viram em Fortuna.

domingo, 20 de setembro de 2009

Outro background...

Taeron, de Blanchefort


Durante sua gravidez, Joann e Maeg sonhavam em ter um filho homem. Já haviam escolhido seu nome, confeccionado seu enxoval, decidido o que ele iria aprender na infância.
Antes da época prevista para o nascimento, Joann entrou em trabalho de parto. Após horas de sofrimento, ela finalmente deu a luz. Era uma menina.
Joann tomou a criança nos braços e, sorrindo, murmurou poucas palavras antes de dar seu último suspiro. Ela disse: "Ainda vou me orgulhar muito de você, pequenina. Você se chamará Taeron e terá um futuro maravilhoso."
Taeron cresceu sendo tratada como um garoto. Enquanto suas vizinhas e primas aprendiam a cozinhar, costurar e a cuidar da casa, Taeron foi enviada para a escola para aprender a lutar, manejar a espada e o escudo e a vestir uma armadura.
Sendo uma garota grande e forte para sua idade, Taeron começou a apresentar sinais de desenvolvimento muito cedo e, para não ser discriminada por ser uma garota, ela prendia os seios com uma faixa e mantinha seu cabelo curto.
Perto dos 14 anos ela já não podia mais esconder que era uma garota, então ela deixou seu cabelo crescer, mantendo-o trançado e enrolado em um coque, para não atrapalhar seus movimentos.
Quando completou 16 anos, Taeron foi enviada para Port, para o exército de lá, mas em Port eles não estavam acostumados a ter uma garota no pelotão. Taeron foi assediada por alguns colegas e chegou a sofrer uma tentativa de estupro, mas foi apenas uma tentativa.
Ela deu tamanha surra no cara que tentou, que ele ficou algumas semanas enfaixado e sob os cuidados dos acólitos que trabalhavam para o exército. Isto custou a Taeron seu posto no exército, pois os colegas do cara depuseram contra ela, dizendo que Taeron o tinha atacado sem motivo.
Taeron, então, saiu da tropa e foi procurar algum tipo de emprego a que ela se adequasse. Em uma taverna, ela encontrou um aviso solicitando seguranças particulares para um mago e prontamente se candidatou. Demonstrando sua eficiência muito superior à dos outros contratados, o mago (que se chamava Lereon) os demitiu e aumentou o salário de Taeron para o equivalente a um salário de homem.
Taeron se sentia muito melhor trabalhando para ele do que no exército, pois ele a respeitava por suas habilidades, não tendo preconceito por ela ser mulher.
Hoje, alguns anos depois, Taeron e Lereon viajam juntos. Taeron cortou novamente seu cabelo e usa uma armadura pesada de batalha que esconde totalmente suas formas femininas.
Ela sonha de vez em quando com a voz da sua mãe lhe dizendo que ainda vai se orgulhar muito dela.
Seu pai mora em Blanchefort e é um artesão de couro.





Esse personagem é meu, da mesa do Fino ;D
Humana, fighter, lvl 7.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Arget aka Bichano aka Peludo aka --insira aqui um nome--

Não sei se o Ig vai ficar de acordo, mas foi a melhor imagem que eu achei.





P.s.: Admitam que ele usou prestidigitação pra mudar a cor do pêlo enquanto estava no deserto. uaheuaheuahe

Terin



Aí uma ou outra imagenzinha mais ou menos da Terin, mas ela é branquela, não moreninha. ^^

*Bubble = fap fap fap fap...*

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Feiticeiro Cor de Roxo




ACHEI! Uma ótima imagem do Feiticeiro Cor de Roxo que eu não lembro o nome.

Edit by Pati:
Só pra constar! (cliquem para ampliar)

RIP - Dune Walker


Legal que é bem no dia que ele nos deixa que eu acho uma imagem boa pro Dune.


O Bubble vai ficar muito abatido =~~~

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Bubble Grummer


Hááááá! Finalmente achei uma imagem que sirva pro Bubble.

Certo, finjam que ali atrás não é uma espada e que ele não tem uma faca no cinto.

E acrescentem uma barba curta.